No ano de 1650 CV, no mundo de Toril…

Passaram-se 250 anos da grande batalha da chamada “Guerra de Invasão do Panteão”, onde o sombrio deus Bane abandonou o mistério acerca de seu retorno e arquitetou uma forma de trazer sua assecla no panteão dracônico, Tiamat, para o panteão ferûniano. Acredita-se que Bane foi silenciado, ao menos por enquanto, através das ações de um seleto grupo de pessoas tocadas pelos deuses, o chamado “exército da fé”.

A terra de Faerûn foi rasgada pela dominação de Tiamat e seu sumo sacerdote, o tan’aari dracolich Excelsor.Cidades importantes caíram, o comércio e a cultura faerûnianos foram modificados.Há rumores que os deuses trancaram Toril para as viagens planares, e deliberadamente enfraqueceram a deusa Mystra e a “teia arcana” que ela mantém, a Trama.

Tendo a magia arcana tornado-se uma alternativa incerta, em algumas regiões de Faerûn houve um rápido desenvolvimento de diversas tecnologias, antes somente vistas em raríssimas ocasiões.A exemplo, a pólvora negra, O vôo dos barcos deslizantes.

Faerûn tornou-se um local repleto de incertezas e instabilidades. Reinos buscam dominar vizinhos, visto a economia que tropegamente tenta se reerger da desarticulação de importantes rotas comerciais no período da guerra do panteão. Lacrados em Toril, certas criaturas que deveriam retornar a seus planos originais voltam sua atenção -e insatisfação – para os faerunianos…

Depois da tempestade...